Pesquisa sobre Perspectivas e Oportunidades da Agenda de Filantropia em Family Offices
A filantropia entrou de vez na agenda patrimonial brasileira. O relatório Filantropia & Family Offices traz o retrato mais abrangente já produzido no país sobre como Single e Multi Family Offices — e as famílias que atendem — estão integrando impacto, legado e estratégia financeira. São 93 entrevistas, sendo 70 Family Offices e 23 famílias, analisadas com profundidade e cruzadas com benchmarks globais.
Principais achados do mercado patrimonial brasileiro atualmente
Panorama comparável entre SFOs, MFOs e famílias, incluindo maturidade, barreiras, práticas e tendências emergentes.
Insights exclusivos sobre a próxima fronteira competitiva do setor
A pesquisa identifica que, para famílias, confiança, propósito e coerência serão tão importantes quanto performance.
Diretrizes práticas para family offices que querem avançar na filantropia
De serviços operacionais a aconselhamento estratégico, passando por curadoria, sucessão e integração à governança.
Vozes reais de CEOs e sócios de FOs, além de diferentes gerações de filantropos
O relatório reúne depoimentos de quem decide, mostrando como a filantropia reconfigura relações patrimoniais.
Quem fez a pesquisa
Juliana de Paula
Philanthropy Advisor, possui 12 anos de experiência em filantropia, tendo atuado no terceiro setor e no setor privado. De 2020 a 2025, foi responsável por desenvolver e estruturar a área de Filantropia Corporativa do BTG Pactual, onde desenvolveu a frente de Assessoria Filantrópica, apoiando clientes em suas jornadas filantrópicas. É membro da P150, rede global de advisors em filantropia, e fundadora do Projeto Aproximar, iniciativa que proporciona a crianças e pessoas idosas a experiência de ver o mar pela primeira vez.
Doutor em Ciências (com foco em Filantropia, pela USP), mestre e bacharel em Administração (FEA-USP), é consultor sênior e pesquisador do campo filantrópico há 20 anos. Foi jornalista da Folha de S.Paulo por 10 anos, onde coordenou o Prêmio Empreendedor Social, com o Fórum Econômico Mundial, antes de cofundar organizações como ponteAponte, QMTL, Coletivo Labô, Rede Rizomática e SabIAr. Professor de Inovação Social e Teoria da Mudança na FIA e de Negócios Híbridos (Aberje).
CEOs, sócios, fundadores e heads de Single e Multi family offices
Wealth planners, conselheiros e executivos do mercado financeiro
Famílias que desejam estruturar sua agenda de impacto
Institutos, fundações e lideranças do ecossistema filantrópico
Profissionais que querem entender o futuro do relacionamento patrimonial
Por que este estudo importa para FOs e famílias?
Porque ele responde a três perguntas que definem o futuro do setor:
Como a filantropia influencia relacionamento, sucessão e confiança?
O estudo mostra que, para famílias — especialmente mulheres e novas gerações — filantropia é um espaço de sentido, coerência e continuidade.
Em um cenário com a maior transferência de riqueza da história para mulheres e novas gerações prevista para as próximas décadas, isso pode mudar o jogo — inclusive aqui, no Brasil.
Como FOs podem se diferenciar num mercado cada vez mais competitivo?
A pesquisa indica que confiança é o novo ativo competitivo.
Family Offices que entendem a filantropia como componente de governança fortalecem vínculos, ampliam retenção e fortalecem sua proposta de valor, na visão das famílias que dedicam recursos filantrópicos. É onde valores familiares se transformam em estratégia patrimonial.
O que o mercado está fazendo agora — e o que ainda falta fazer?
Os dados revelam maturidade desigual:
52% dos SFOs tratam o tema de forma estruturada.
47% dos MFOs ainda atuam de forma reativa.
78% das famílias apontam falta de preparo técnico dos FOs como principal barreira.
75% dos MFOs enxergam espaço para expandir curadoria e conexão com o ecossistema social.
Isso significa que o mercado está pronto — mas ainda faltam método, repertório e integração à governança.
Baixe agora: relatório completo
📩Faça download do PDF diretamente: é só deixar seu nome e endereço de e-mail.